Tito

a }} |tipo-pre =Predecessor |antecessor =Vespasiano |tipo-suc =Sucessor |sucessor =Domiciano |tipo-cônjuge =Esposas |cônjuge =Arrecina Tértula
Márcia Furnila |descendência =Júlia Flávia |dinastia =Flaviana |data de nascimento = |nascimento_local =Roma |morte_data = |morte_local =Roma |pai =Vespasiano |mãe =Domitila, a Maior }} Tito Flávio César Vespasiano Augusto (em latim ''Titus Flavius Caesar Vespasianus Augustus''; Roma, 30 de dezembro de 39Roma, 13 de setembro de 81) foi imperador romano entre os anos de 79 e 81. Foi o filho mais velho e sucessor de Vespasiano.

Antes de ser proclamado imperador, alcançou renome como comandante militar ao servir sob as ordens do seu pai na Judeia, durante o conflito conhecido como primeira guerra judaico-romana . Essa campanha sofreu uma breve pausa após a morte do imperador Nero (9 de junho de 68), quando Vespasiano foi proclamado imperador pelas suas tropas (21 de dezembro de 69). Nesse ponto, Vespasiano iniciou a sua participação no conflito civil que assolou o império durante o ano da sua nomeação como imperador, conhecido como o ano dos quatro imperadores. Após essa nomeação, recaiu sobre Tito a responsabilidade de acabar com os judeus sediciosos, tarefa realizada satisfatoriamente após sitiar e destruir Jerusalém (70), cujo templo foi demolido no incêndio. A sua vitória foi recompensada com um triunfo e comemorada com a construção do Arco de Tito. Seu pai o associou, a partir de 71, ao poder tribunício.

Sob o reinado do seu pai, Tito coletou receios entre os cidadãos de Roma devido ao seu serviço como prefeito do corpo de guarda-costas do imperador, conhecido como a guarda pretoriana, bem como devido à sua intolerável relação com a rainha Berenice da Cilícia. Apesar dessas faltas à moral romana, Tito governou com grande popularidade após a morte de Vespasiano a 23 de junho de 79 e é considerado como um bom imperador por Suetônio e outros historiadores contemporâneos.

O mais importante do seu reinado foi o seu programa de construção de edifícios públicos em Roma. A enorme popularidade de Tito também foi devida à sua grande generosidade com as vítimas dos desastres que sofreu o império durante o seu breve reinado: a erupção do Vesúvio em 79 e o incêndio de Roma em 80. Após dois anos no cargo, Tito faleceu sofrendo de febre, a 13 de setembro de 81. A grande popularidade de Tito fez com que o senado o deificasse.

Prometia ser um imperador à altura do seu pai, mas o seu breve reinado foi marcado por catástrofes. Em 24 de agosto de 79, o vulcão Vesúvio destruiu as cidades de Pompeia e Herculano e, em 80, Roma foi de novo consumida por um incêndio. Estabeleceu um governo indulgente, respeitando os privilégios do senado e realizando grandes obras públicas. Uma das ações mais importantes como imperador foi inaugurar, em 80, a obra que seu pai, Vespasiano, iniciara, o Anfiteatro Flaviano, conhecido habitualmente como Coliseu, embora esse ainda estivesse incompleto. Tito foi sucedido por seu irmão menor, Domiciano. Fornecido pela Wikipedia
A mostrar 1 - 20 resultados de 47 para a pesquisa 'Tito', tempo de pesquisa: 0.01seg Refinar resultados
  1. 1
    Por Tito
    Publicado em imp. 1981
    Ver na biblioteca
  2. 2
    Por Tito Serra
    Publicado em imp. 1993
    Ver na biblioteca
  3. 3
  4. 4
  5. 5
    Por Tito Serra
    Publicado em D.L. 1990
    Ver na biblioteca
  6. 6
    Por Tito Serra
    Publicado em D.L. 1990
    Ver na biblioteca
  7. 7
  8. 8
  9. 9
  10. 10
  11. 11
  12. 12
    Por Tito Serra
    Publicado em imp. 1989
    Ver na biblioteca
  13. 13
    Por Tito Serra
    Publicado em D.L. 1990
    Ver na biblioteca
  14. 14
  15. 15
  16. 16
  17. 17
  18. 18
  19. 19
  20. 20
Ferramentas de pesquisa: Obter Feed RSS Enviar pesquisa por email